Testando: Escova Proart KP Gold

 

Pensa em alguém que está plenamente satisfeita com um produto de cabelo…
Claramente euzinha!

Preciso mostrar para vocês a minha nova aquisição: A Escova Kp-53 Gold da Proart.

Eu já estava precisando comprar uma escova nova fazia algum tempo.
Gosto de me fazer escova sozinha em casa e, de uns anos para cá, criei habilidade nisso. Fico sempre satisfeita quando escovo meu cabelo sozinha! Porém, a escova arredondada que eu tinha chegou ao fim da vida (e admito, ela nem era tão boa… O cabo era horrível!).

Fui na Ikesaki por um acaso, pois estava no bairro da Liberdade por outros motivos.
Uma vendedora simpática me mostro essa escova e explicou o seguinte:

“Moça, pra você que é loira, a KP Gold vai ser ótima!
O cabo é totalmente anatômico, gosto de pegar. Ela tem térmica cerâmica ionizada vazada, o que retém o calor por mais tempo e facilita na escovação. Modela/Alisa melhor! 
O íons negativados evita o frizz. Repare bem nas cerdas da escova que diferente!
Ah, e olha aqui embaixo dela: Você tira esse piso e ele é um separador de mechas!”

Olha, eu não sei o nome da vendedora… Mas ela me convenceu falando todos os atributos da escova!
Ah, e eu já sei da super boa fama da ProArt. Tenho outra escova deles (veja o post aqui).

Esse é o pino na ponta do cabo que, você usa como separador de mechas!
#AiQueTudo

Achei a escova maravilhosa! #MuffinINDICA
Realmente ela é leve e com um cabo bem anatômico, não machuca a mão na hora de escovar.
Você percebe que ela mantêm o quente do secador por mais tempo e o cabelo fica lisinho em poucas passadas. Gostei demais!

Eu comprei ela na promoção (UHUL!) porém, sue preço original na Ikesaki é R$50,99

Se você tem uma escova BABADO, me conta aqui nos comentário!
Compartilhe o post com suas amigas.
Beijinhos,

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Eu gosto de futebol. E daí?

Quem convive comigo (e até quem me segue no Instagram) sabe que eu sou palmeirense. SIM, eu torço para o Palmeiras. Mas, vamos esquecer o clubismo neste post e focar em outra coisa: O futebol em si.

Não sou do tipo de pessoa que transforma a timeline do Facebook pessoal em um verdadeiro GloboEsporte.com – Bem longe disso! Sou muito tranquila com a rivalidade dos times aqui da capital paulista. Não sou de fiar provocando adversários. Gosto do esporte!

Aliás, gosto tanto de futebol que chego a assistir outros jogos. E mais que isso: Sei regras! (Só não sei chutar a bola hahahaha! Levo ZERO jeito pra isso!)

Mas, sabe qual é o lado ruim dessa história? É ter que enfrentar comentários bem preconceituosos pelo simples fato de ser MULHER e gostar de futebol. Como se o esporte fosse apenas limitado aos homens.
Quando estou numa rodinha de amigos e começam a falar sobre futebol, sempre que me manifesto, sou obrigada a lidar com olhares do tipo: “Hãn? Do que você está falando?

Eu não preciso provar para ninguém que seis a regras do futebol ou, que eu sei toda a escalação do palmeiras… Por essas e outras que acabo escondendo do outros que eu gosto do esporte.

Eu AMO Copa do Mundo (aliás, ela vem aí… UHUL!). Gosto de jogar Fifa e PES. Gosto de fazer o famoso Cartola durante o Campeonato Brasileiro. E acredite, eu não sou a única mulher que gosta disso!

Outro dia conversei com uma super amiga minha que também é palmeirense como eu… E olha o que ela me disse:
Complicado, né?

A única coisa que posso te dizer é: Não deixe de demonstrar sua preferência por comentários bestas e preconceituosos que fazem por aí! Seja você.

Aqui, a expectativa para o Brasileirão e a Copa do mundo está bem grande! E aí?
Me conta aqui nos comentários se você gosta de futebol, qual seu time do coração e claro… Se você está fazendo o álbum da Copa e/ou o Cartola.

Vamos ter por perto as meninas que tem a mesma afinidade que a gente!  [heart]  [futebol]

Beijinhos,

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Testando: Base Clean Sensitive – Covergirl

Aquele post para minhas migas da internet que também têm a pele sensível como a minha! 👏

Por conta da dermatite atópica, minha pele tem ZERO hidratação e é mega sensível. Qualquer coisa pode irrita-la e deixar vermelhões que irão durar semanas até o tom da pele normalizar.

Já faz um tempo que eu queria falar dessa base mas, como eu gosto de REALMENTE testar as coisas, foisse aí um tempinho de “análise”.

Bom, a Clean Sensitive é da CoverGirl. Minha marca amorzinho. Tenho vários produtos dela e toda vez que alguém vai para os EUA eu já logo falo para fazer a feira na farmácia.

Essa base eu trouxe de NY e até cheguei a falar dela no vídeo de comprinhas (vídeo aqui). Paguei apenas U$10,49 e se soubesse que seria tão boa, tinha trazido logo umas 5 para o BR.

A Clean Sensitive é feita exclusivamente para peles sensíveis. Sua textura mais líquida é uma delícia de espalhar. Digo isso porquê, a maior dos produtos Matte (para ele oleosa) que usei, eram de textura grossa, não espalhava fácil e deixa meu rosto com aquele típico “reboco” que a gente tanto teme.
Essa base da CoverGirl é, além de fácil de espalhar, uma ótima cobertura. Justamente por ser mais líquida, ela fica uniforme na pele e cobre todas as imperfeições. #amei

*A base rende muito! Uma pequena quantidade e você consegue cobrir perfeitamente o rosto.*

Já chegue a ficar um dia todo com ela no rosto e NUNCA me deu reação nenhuma!

O cheirinho é bem suave, típico de maquiagem. Gosto da anatomia da embalagem, é fácil de segurar.

Melhor base ever para meninas com pele sensível! #MuffinINDICA

Já sabe né? Se for para os EUA ou conhece alguém que vá, não esqueça de comprar/encomendar. Vale total a pena! E o preço, você viram: U$10,49 – Super de boa!

Espero que tenham gostado!
Indique para as amigas.
Beijinhos,

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Finanças x Emocional

Por diversas vezes, publiquei em meu Facebook pessoal, pequenos textos na qual contavam coisas que aconteceram no meu dia e que me fizeram sentir-se adulta.

Mal sabia eu que, ser adulta era muito mais do que fazer atividades sozinha.

Tudo começava pela responsabilidade financeira. E eu não digo “responsabilidade financeira” do tipo que compra as próprias roupas e tem dinheiro para sair com os amigos. Eu me referi as contas mesmo! Conta de celular, conta da TV à cabo, impostos e etc.

Eu pensei que sabia administrar o meu dinheiro simplesmente pelo fato de pagar os cartões de crédito em dia e saber fazer boas aquisições na Zara em época de liquidação.

Em Dezembro de 2017, me deu um estalo de querer fazer uma pós-graduação. Legal, tudo bacana! Até eu descobrir que, seria eu quem pagaria por aquilo (sim, fui uma pessoa em que o pai pagou a faculdade durante os 4 anos de curso) e que custaria MUITO, mas muito caro mesmo. Vocês sabiam que uma pós de Marketing Digital em uma universidade renomada custa o mesmo valor de um carro popular? Pois é! EU não sabia.

Esse foi o primeiro gatilho para desencadear uma sequência de frustrações e descontroles.

Entrei de fato numa bola de neve de boletos. E acredite, essa bola ainda está rolando Everest abaixo.

Sofro de ansiedade e depressão, ambas diagnosticadas por uma especialista.
O que isso tem a ver? TUDO!

Ao me ver arrasada emocionalmente por não poder fazer a pós, pois já tinha gastado meu dinheiro pagando contas, me descontrolei e gastei mais ainda em coisas supérfluas, no caso: Roupas. E quer saber? Nem eram roupas que eu gostasse tanto assim… Foi por compulsão.

A ansiedade me fez querer gastar sem limites e sempre dando desculpas de que aquilo era necessário para me fazer mais feliz.

Em seguida, após gastar e ver meu saldo negativo, pensei (aqui é a depressão falando): “Eu não vou sair mais de casa. Sempre que saio gasto!” e depois pensava pior: “Se eu tiver dívidas e morrer amanhã, afinal nunca se sabe, essas dívidas “caducam” e pronto! Acabou o problema”.

QUE ERRO, MINHA AMIGA.

Você pode morrer que suas dívidas irão continuar aqui. Plenas e cobrando seus familiares como o Sr. Barriga cobrava o Seu Madruga.

Eu fiquei sem sabe o que fazer. Era uma mix de sentimentos para uma situação que muita gente passa numa boa (ou nem tanto).

Precisei de umas duas semanas para entender que a única e possível solução seria me organizar REALMENTE, trabalhar melhor para conseguir crescer profissionalmente com os conhecimentos que já tenho e ir regularizando minha situação financeira. E aí, só depois de tudo bem OK, eu iria pensar no dinheiro da pós.

E como uma boa libriana, senti a necessidade de contar para uma pessoa muito importante o que estava acontecendo comigo, a angústia de ter 23 anos e já estar enrolada em problemas financeiros, em estar frustada com a situação de não conseguir fazer uma coisa e claro, todos as crises de ansiedade terríveis que me aconteceram.

Garanto para você: “Vomitar” seus problemas para alguém de confiança é a melhor coisa. Colocar para fora algo que te dá um nó no peito é uma sensação de alívio. E claro, além disso, você ouve a orientação de alguém que esta observando a situação de fora.

Eu estava cada vez mais me pondo para baixo e precisei ser paciente de ouvir que eu era uma pessoa boa, capaz e que só me faltava equilíbrio emocional e FOCO. Sim, eu precisei ouvir isso de alguém. É aqui que entra todo aquele meu trabalho de “amor-próprio” que já comentei em posts anteriores.

Entendi que é possível SIM viver bem e de forma controlada. De forma pensada, planejada.

Alguns dias antes de fazer este post, peguei todas minhas dívidas, meus ganhos e coloquei em uma planilha. Ou melhor dizendo: Coloquei no bloco de notas no celular, para estar constantemente vendo esses valores!
Tudo meu está literalmente contado até uma data X na qual tenho certeza que irei quitar tudo e poderei dormir tranquilamente.

Boa notícia não é mesmo? O segredo é a organização! O segredo é tratar a ansiedade, controlar-se e evitar crises que transformam meu humor.

Isso foi um desabafo, um relato real de que finanças influenciam no emocional e vice e versa. É o famoso “ciclo vicioso”.

Se você também já se viu em situação parecida, me conte aqui nos comentários!

Beijinhos,

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Fiquei OFF real por 3 dias!

Juro por Deus que eu me vi naquela fake news do Sensacionalista “Fulana fica em internet e descobre que mora com duas pessoas e eles são seus pais.”  [choraderir]  Seria cômico se não fosse trágico!

Eu passo o meu dia inteiro, 24 horas, conectada. Eu trabalho com internet duplamente: aqui no blog e lá na agência. É quase que inevitável ficar desconectada. Eu resolvo tudo por telefone e pelo computador. Aliás, faço tanto serviços bancários pelo telefone que eu praticamente me senti um ET outro dia quando fui sacar dinheiro no caixa eletrônico. Gente! Me ajuda! Eu só uso cartão!

Mas, bem longe da aberração que foi a cena da minha pessoa sacando dinheiro e descobrindo que existia outra milhões de funções no caixa eletrônico, foi o fato de eu viajar com a minha família nesta Páscoa… Ok, viajar com a família, ainda mais numa data desta é super normal, certo? ERRADO quando o lugar não possuí sinal de NENHUMA operadora!

Deus do céu! Quando estava chegando no destino, percebi que meu sinal ia diminuindo e que do 4G fui em para o Edge em minutos e da li para o NO SERVICE em um piscar de olhos.

No primeiro momento, pensei: “Ah, tranquilo! Tô sem sinal!”
No mesmo dia, quando fui dormir: “Meu Deus, alguém tem sinal? Eu tô sem falar com ninguém!”
No dia seguinte de manhã: “Gente, o que tá acontecendo? Eu não tenho o que fazer!”

Detalhe: Eu estava em uma chácara com piscina, campo de futebol, espaço pra vôlei, uma lago enorme que poderia pescar e nadar, salão de jogos com sinuca, muuuuita comida típica de sexta-feira santa + domingo de Páscoa… QUAL ERA MEU PROBLEMA? Eu acha que se não postasse no Stories que estava me divertindo, a pessoas não iria saber o quão “FUN” a minha vida é. OI? E quem disse que eu preciso mostrar pra outras pessoas que minha vida é ou não legal?

Eu parti pro descontrole e comecei a reclamar da falta de sinal e, me aproveitei da falta de algumas coisas de supermercado para convencer meu tio a ir até a cidade (o que ficava 10km dalí) para eu poder usar o sinal do meu celular. SOCORRO! QUE VÍCIO!

Adivinha? Descobri que nada de mais aconteceu nessas 24horas sem sinal. NADA! Estava tudo bem! Todo mundo tinha visto meu último Stories na qual falei que estava viajando.

Meio que meu desespero foi acalmando e quando voltei para a chácara, sem o sinal, eu comecei a prestar a atenção nas conversas da minha família.

Você pode até estar pensando: “Nossa, você é muito exagerada! Ficar sem celular é super de boa!” – Não, não é super de boa quando ele se torna um vício e todas as suas relações interpessoais estão resumidas a serem digitadas com dois dedos numa tela touch com sinal 4G.

Imagine para uma pessoa que sofre de ansiedade ficar sem fazer algo que, aparentemente, dá um prazer absurdo para ela. Estar sendo contrariada num momento de desespero é quase que pedir para surtar. E olha que as crises de ansiedade te fazem falar coisas e agir de uma forma que “você não é você”.

Esse post foi um relato do vício. Quando você é uma pessoa assumidamente dependente do celular/internet e tudo o que você faz te leva a usar esse tipo de recurso, ficar sem ele é quase que o fim do mundo.

OU MELHOR: Está bem longe do fim do mundo! Você começa a entender que não precisa dar satisfação da sua vida pros outros, que os momentos vividos valem muito mais do que ficar provando as outras pessoas que você “falsamente viveu ele”.

Eu tenho fotos dessa Páscoa com a família e sem sinal nenhum… E essas fotos estão guardadas comigo… E adivinha? Pra mim tem muito significado e eu nem precisei postá-las no meu Instagram!

Como diria o Bial nos BBB’s que ele apresentava: “Vem viver o mundo aqui fora!”

Essa foi a única foto que eu postei quando fui até a cidade próxima da chácara numa tentativa de usar meu sinal.
Fala sério, eu poderia ter esperado voltar para SP para postá-la. Tudo aconteceria numa boa!

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