Quero ser a Bel Pesce quando crescer!

Acho que a Bel Pesce dispensa qualquer apresentação!

A menina do vale que conquistou milhares de pessoas com a sua inteligência, persistência e empreendedorismo, agora é minha “professora” – TO FALANDO SÉRIO!

A Bel voltou ao Brasil, cheia de ideias no caderninho (explico melhor já já), e colocou em prática tudo o que aprendeu no tempo em que estudou no MIT e toda sua jornada de trabalho pelo EUA. Ela criou o FazINOVA, uma espécie de escola, onde cursos de inovação, empreendedorismo e habilidades são ministrados pela própria Bel.

Eu estou fazendo o curso de habilidades, e posso dizer uma coisa: Nunca exercitei realmente meu cérebro, como estou fazendo durante este curso.

Minha turma é uma delícia. Pessoas com muito conteúdo, na qual estou filtrando cada palavra. Um aprendizado sem comparação.

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Bel Pesce e eu 

O jeito como a Bel conta como  lidava com os desafios do dia a dia, como é o seu modo de empreender e o que mais me chama atenção: fato dele ser super novinha e ter batalhado por tantas coisas, é algo maravilhoso.
Me identifico demais!
Sou super nova (eu acho, pelo menos) e tenho sonhos tão grandes.
Mas, acho que os meus sonhos são um pouco diferente das meninas da minha idade. Eu quero ser “alguém”. Um alguém empreendedor, com um grande negócio em meu nome. Por isso fiz do blog um empreendimento. Investi, estudei, criei, faço toda a produção sozinha e ainda sonho em ser uma publicitária prestigiada do meio digital.

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Esse aqui é o material do FazINOVA – Um fichário cheio de lições de vida, que estimulam nossas habilidades e com certeza, me fez pensar em muitas coisas, criar muitos planos (que alguns já estou até pondo em prática)

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Alí em cima disse que a Bel veio cheia de ideias no caderninho, não foi?
Então, na primeira aula do curso ela distribui moleskines para a turma toda, e isso funciona assim: você anota tudo o que quer fazer, o que quer realizar, ideias, planos, tudo!
Para mim, funcionou como uma forma de “não perder tempo”. Muitas vezes tenho ideais do nada, tipo no ônibus, no metrô, na aula… e,  para não perder o “fio da meada”, pego o caderninho e anoto. Quando vejo algo legal, anoto também. Anoto nome de pessoas que conheci, nome de lugares e muitas vezes aparecem uma letra de música alí, outra aquí… (risos)
O caderninho não é um simples diário… Ele é algo que estimula o meu raciocínio.

foto 3Olha aí meu rabiscos no caderninho!

MÃE! 
Obrigada por ter me proporcionado o curso e por ter me mostrado o trabalho da Bel.
BEL!
Obrigada por estar me encorajando a realizar meus planos e me ensinando muita coisa.

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