Consumo & Influência

À está altura do campeonato você já deve ter assistido ao vídeo “Quanto custa o Outfit”, certo?
Caso você não saiba sobre o que eu estou falando, este vídeo viralizou no YouTube na última semana de Maio’18.
No vídeo, os produtores de conteúdo da Hyped Content abordam as pessoas que estão no evento Sold Out e elas são convidadas a falarem quanto pagou em cada peça de roupa que estão usando.

Para entender melhor: O evento Sold Out é um encontro para venda&troca de produtos de marcas hype do momento, como: Supreme, Adidas, Off White, Balenciaga, Anti Social Club, Heron Preston,  etc.

O vídeo viralizou por conta dos preços exorbitantes das roupas que os jovens aparecem usando. Looks completos avaliados em mais de R$30mil 😱 #Passada.

Veja os vídeos abaixo 👇:

Primeiro: Alguns dos meninos que aparecem no vídeo aparentam ter menos de 18 anos… E já usam itens de milhares de reais!

Segundo: Crise no Brasil? QUE CRISE? – Reparem nos preços! Como assim você daria mais de R$1mil por uma camiseta de algodão estampada?

Enfim, quem pode: PODE!
Cada um tem o livre arbítrio de gastar o dinheiro como bem entende.

Mas, o que eu quero que você entenda com esse POST, já que eu sou publicitária e, anos atrás, falei sobre a febre da Abercrombie & Fitch + Aeropostale aqui no Brasil sem existir publicidade, é que: Supreme, Balenciaga, Urban Outfiters, Off White e muitas outras marcas citadas no vídeo do “Quanto custa o Outfit?” NÃO possuem publicidade offline (revista) e no online eles contam fortemente com a boa e velha Mídia Espontânea, que nada mais é do que um influenciador indicar a marca de livre e espontânea vontade.

O poder da influência online é algo que toma proporções inimagináveis!

O influenciador pode ser o blogueiro em si, ou um cantor de rap, super ultra bombado, mas que posta seu #LookDoDia no Instagram e indica a marca da roupa que ele está usando por livre e espontânea vontade.

Depois de ficar indignado com os valores do vídeo, passe a vê-lo como um “case de marketing digital”, na qual as marcas carérrimas estão vendendo suas peças como água no deserto por conta da influência das pessoas nas redes sociais.

PENSE NISSO!

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Beijinhos,

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