Finanças x Emocional

Por diversas vezes, publiquei em meu Facebook pessoal, pequenos textos na qual contavam coisas que aconteceram no meu dia e que me fizeram sentir-se adulta.

Mal sabia eu que, ser adulta era muito mais do que fazer atividades sozinha.

Tudo começava pela responsabilidade financeira. E eu não digo “responsabilidade financeira” do tipo que compra as próprias roupas e tem dinheiro para sair com os amigos. Eu me referi as contas mesmo! Conta de celular, conta da TV à cabo, impostos e etc.

Eu pensei que sabia administrar o meu dinheiro simplesmente pelo fato de pagar os cartões de crédito em dia e saber fazer boas aquisições na Zara em época de liquidação.

Em Dezembro de 2017, me deu um estalo de querer fazer uma pós-graduação. Legal, tudo bacana! Até eu descobrir que, seria eu quem pagaria por aquilo (sim, fui uma pessoa em que o pai pagou a faculdade durante os 4 anos de curso) e que custaria MUITO, mas muito caro mesmo. Vocês sabiam que uma pós de Marketing Digital em uma universidade renomada custa o mesmo valor de um carro popular? Pois é! EU não sabia.

Esse foi o primeiro gatilho para desencadear uma sequência de frustrações e descontroles.

Entrei de fato numa bola de neve de boletos. E acredite, essa bola ainda está rolando Everest abaixo.

Sofro de ansiedade e depressão, ambas diagnosticadas por uma especialista.
O que isso tem a ver? TUDO!

Ao me ver arrasada emocionalmente por não poder fazer a pós, pois já tinha gastado meu dinheiro pagando contas, me descontrolei e gastei mais ainda em coisas supérfluas, no caso: Roupas. E quer saber? Nem eram roupas que eu gostasse tanto assim… Foi por compulsão.

A ansiedade me fez querer gastar sem limites e sempre dando desculpas de que aquilo era necessário para me fazer mais feliz.

Em seguida, após gastar e ver meu saldo negativo, pensei (aqui é a depressão falando): “Eu não vou sair mais de casa. Sempre que saio gasto!” e depois pensava pior: “Se eu tiver dívidas e morrer amanhã, afinal nunca se sabe, essas dívidas “caducam” e pronto! Acabou o problema”.

QUE ERRO, MINHA AMIGA.

Você pode morrer que suas dívidas irão continuar aqui. Plenas e cobrando seus familiares como o Sr. Barriga cobrava o Seu Madruga.

Eu fiquei sem sabe o que fazer. Era uma mix de sentimentos para uma situação que muita gente passa numa boa (ou nem tanto).

Precisei de umas duas semanas para entender que a única e possível solução seria me organizar REALMENTE, trabalhar melhor para conseguir crescer profissionalmente com os conhecimentos que já tenho e ir regularizando minha situação financeira. E aí, só depois de tudo bem OK, eu iria pensar no dinheiro da pós.

E como uma boa libriana, senti a necessidade de contar para uma pessoa muito importante o que estava acontecendo comigo, a angústia de ter 23 anos e já estar enrolada em problemas financeiros, em estar frustada com a situação de não conseguir fazer uma coisa e claro, todos as crises de ansiedade terríveis que me aconteceram.

Garanto para você: “Vomitar” seus problemas para alguém de confiança é a melhor coisa. Colocar para fora algo que te dá um nó no peito é uma sensação de alívio. E claro, além disso, você ouve a orientação de alguém que esta observando a situação de fora.

Eu estava cada vez mais me pondo para baixo e precisei ser paciente de ouvir que eu era uma pessoa boa, capaz e que só me faltava equilíbrio emocional e FOCO. Sim, eu precisei ouvir isso de alguém. É aqui que entra todo aquele meu trabalho de “amor-próprio” que já comentei em posts anteriores.

Entendi que é possível SIM viver bem e de forma controlada. De forma pensada, planejada.

Alguns dias antes de fazer este post, peguei todas minhas dívidas, meus ganhos e coloquei em uma planilha. Ou melhor dizendo: Coloquei no bloco de notas no celular, para estar constantemente vendo esses valores!
Tudo meu está literalmente contado até uma data X na qual tenho certeza que irei quitar tudo e poderei dormir tranquilamente.

Boa notícia não é mesmo? O segredo é a organização! O segredo é tratar a ansiedade, controlar-se e evitar crises que transformam meu humor.

Isso foi um desabafo, um relato real de que finanças influenciam no emocional e vice e versa. É o famoso “ciclo vicioso”.

Se você também já se viu em situação parecida, me conte aqui nos comentários!

Beijinhos,

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Amor-próprio. Ou você tem, ou você tem!

Se você, assim como eu, também gosta de ler e acha que livros podem abrir a mente, esse post é para você!

Acredito muito que a leitura pode fortalecer nossos pensamentos. Além de estimular a criatividade, você consegue “viajar para longe” e parece que todos seus problemas ficam em silêncio. Parece loucura mas, a leitura tem sido uma das minha terapias favoritas no combate ao stresse e ansiedade.

Depois de muitas coisas que vivi, descobri que me faltava amor-próprio.
Eu não tenho vergonha nenhuma em admitir isso. ADMITIR é uma das ações mais nobres!
Entendi que a falta de amor-próprio estava me prejudicando social, intelecto e profissionalmente. Era hora de buscar um ajuda.

Como disse no início deste post, eu gosto muito de ler, abre minha minha mente e me ajuda com a ansiedade. Dito e feito! Fui atrás de livros que pudessem me ajudar a desenvolver meu amor-próprio. Livros que despertassem essa vontade e me mostrasse quais são as ações do dia a dia comigo mesma que poderiam me ajudar a melhor emocionalmente.

Eis que me deparo com dois títulos incríveis.  [heart] E sabe o que mais me animou neles (tirando as capas maravilhosas, claro  [choraderir] )? Foi o fato de serem escritos por BLOGUEIRAS.

Essa é a prova real de que a internet tem milhões de talentos escondidos. Que coisa maravilhosa!

Então, sem mais enrolação. Vamos ao livros e suas sinopses:

#Manual do Amor-Próprio – Mica Rocha

“Por que nos sentimos tristes sem motivo? Por que brigamos tanto com o espelho? Por que não nos achamos bonitas “o suficiente”? Por que não conseguimos largar o trabalho com que não nos identificamos mais? Por que a vida do outro parece tão mais interessante do que a nossa? Por que a grama do vizinho é sempre mais verde? Em “Manual do amor próprio”, Mica Rocha, autora de Manual da fossa e Amor(ex), aborda um tema presente na vida de muitas de nós: a baixa autoestima, ou falta de amor próprio, que pode impactar em diversas áreas de nossa vida. Mica usa sua própria história como fio condutor para falar sobre assuntos delicados, como bullying, relacionamentos tóxicos, insatisfação com a vida profissional, e, com a ajuda de uma psicóloga, oferece ferramentas para que a leitora aprenda a se amar e, consequentemente, a ser mais feliz.”

 

Para as Solteiras com Amor (porque todo mundo já foi um dia) – Julia Faria

“Estar solteira pode ser muito divertido e libertador, mas muitas mulheres deparam com diversos tipos de insegurança quando estão sozinhas. Neste seu primeiro livro, a atriz e digital influenciar Julia Faria defende que o foco principal delas nesse momento precisa ser conhecer melhor a si próprias, e não outras pessoas. Só assim conseguirão encontrar suas caras-metades (se assim desejarem). Os delicados textos aqui reunidos ajudam a refletir sobre o que esperar de um relacionamento e a lidar com o fim inevitável de alguns deles. Sempre com bom humor, a autora faz uma necessária investigação do mundo do flerte e seus códigos. Mais do que um livro para quem está (ou esteve) solteira, a estreia de Julia Faria é uma defesa da autoestima feminina. Sem ela, mostra a autora, não existe final feliz.”

Li os livros exatamente na sequência em que coloquei eles no post. Ambos foram um gatilho para eu viajar para dentro de mim, pensar mais no que eu realmente quero, quais minhas vontades, meus desejos e tudo aquilo que esta relacionado a minha vida, ao meu emocional.

Colocar-se em primeiro lugar não é narcisismo, é um ato de coragem. Lembre-se disso!

Eu sempre repito: Se eu não me amar e não saber como eu reajo ao amor, como é que alguém vai fazer isso por mim? Como alguém vai me amar?

Espero que tenha gostado do post. Compartilhe com suas amigas!
Se você indicação de livros nesse mesmo tema, deixe os títulos aqui nos comentários.

Beijinhos,

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Deixe cair na rotina, sim!

Sempre ouvimos algumas pessoas recém-separada dizendo “Ah, nosso relacionamento caiu na rotina e blá blá blá” – É, realmente, um relacionamento que cai na rotina não é lá muito saudável. Afinal, já trabalhamos e estudamos tanto, o mínimo de esperança que temos de nossa vidar dar um “UP” é nos relacionamentos, seja namoro, amizade, família, etc.

Neste post não vamos falar de relacionamento, relaxe! Vamos falar de VIDA. A sua vida precisa SIM de uma rotina. Deste caso, “cair na rotina” é necessário para que nossos dias sejam mais produtivos, organizados e, consequentemente, teremos mais dinheiro de reserva e tempo de sobra para os momentos de diversão.

Desde que comecei a trabalhar, há 8 anos, percebi que a rotina era necessária e senti no corpo, mente, bolso e na relação com as pessoas uma grande mudança.

A rotina a qual me refiro não é fazer as coisas cronometradas, igual robozinho, mas estipular metas, objetivos e por, sim, um limite para as coisas.

A dica que você precisa levar para a sua vida é: Organize o seu dia na noite anterior.

Anote no celular, num papel, onde for melhor de você visualizar, tudo aquilo que você irá precisar fazer. Se for necessário, anote até suas refeições! Quem faz dieta para se manter saudável, anotar as refeições é ótimo para lembrar que comer de 3 em 3 horas é importante.

Opte por acordar no mesmo horário todos os dias. Isso ajuda o seu organismo a funcionar melhor (é real! Você evita inchaços pois seu corpo irá “trabalhar” sempre no mesmo ritmo todos os dias). Ficar um minutos na cama de final de semana é maravilhoso, mas nada de dormir até às 15h.

Não pule o seu café. POR FAVOR! Mesmo que você, assim como eu, tenha pouca fome na manhã, pelo menos hidratar-se é fundamental.

Se trabalha ou estudo pela manhã, já deixe seu look totalmente separado para usá-lo e durma de banho tomado. Você vai ver como isso é a melhor coisa que você vai fazer! Adiantar tarefas que exigem raciocínio lógico enquanto ainda estamos sonolentos torna o seu dia mais prático e você evita sair atrasada.

E mais uma vez: Anote todos seus afazeres!

Viu? A rotina as vezes é importante e necessário!

Gostou? Compartilhe com as amigas!
Beijinhos,

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Meu novo drink preferido: Aperol Spritz

Quem consome bebida alcóolica sabe que, com o tempo começamos a criar algumas preferências, não é mesmo? 💁

Sempre gostei de drinks cítricos e levemente doces. O Cosmopolitan, por muito tempo foi meu crush. Em todo bar/balada/restaurante que ia pedia um Cosmo e ficava linda e bela com minha taça estilo martini na mão.

De uns meses pra cá, descobri o Aperol Spritz, um drink feito com uma bebida de mesmo nome, prosecco, água com e uma fatia de laranja.

🍹O Aperol é leve, feito a partir da infusão de laranjas de tons doces e amargos, ervas e raízes. Misturado com o gelo no drink, ele se torna super refrescante!

Se você está super afim de experimentar um bom Aperol, eu tenho alguns lugares para indicar! São restaurantes/bares que eu já fui, tomei e aprovei. #MuffinINDICA

Bravo Bistrô
Rua dos Campineiros, 501 – Mooca – São Paulo/SP

Coco Bambu
Rua Azevedo Soares, 2150 – Jd. Anália Franco – São Paulo/SP

Conhece um bar/restaurante que faz um Aperol muito bom?
Me indique aqui nos comentários!

Ficou com vontade de provar o drink? Compartilhe o post com suas amigas!
Beijinhos,

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#CozinhaDaMuffin – POKE, a salada Havaiana.

Eu sou a maior fãzoca de pratos com peixe cru. Adoro um bom temaki, sushi e sashimis diferentões.
Ok Ok, sei que ir à um rodízio de comida japonesa, no meu caso, é “perder dinheiro” já que depois da bariátrica eu como duas/três coisas e já fico satisfeita. Porém, continuo amando muito a textura e sabor da combinação dos peixes crus com ingredientes fresquinhos. 🍣

Já faz um bom tempo que descobri o POKE que, para quem não sabe, é uma salada HAVAIANA e não um prato oriental como eu também pensava #FuiAlice.

Dei uma pesquisada sobre a história do Poke e ele surgiu assim: Surfistas iam para a praia bem cedo para pegar as melhores ondas. Saiam do mar morrendo de fome! Foi então que alguém X decidiu criar uma refeição que fosse leve e saudável, mas que sustentasse. O Havaí é uma região rica em peixes, principalmente em Atum-Albacora. Como referência a pessoa usou o Ceviche, prato típico peruano e os pratos orientais. Nessa mistura nasceu o Poke! 🏄 🎉

Eu me apaixonei pelo prato e comecei a fazer algumas receitas parecidas com ele em casa. Como é algo mais delicado de preparar, minha dica é:  Experimente em um restaurante!

Já fui em alguns e os meus preferidos, no momento são esses:

Makis Place
Av. Cassandoca, 98 – Mooca – São Paulo/SP

Let’s Poke
Rua Leopoldo de Couto Magalhães Junior, 482 – Itaim Bibi –  São Paulo/SP

Poke Club
R. Borges de Figueiredo, 60 – Mooca – São Paulo/SP

Também gosta de Poke e conhece um restaurante delicinha? Me indique aqui nos comentários!

Gostou do post? Compartilhe com sua amiga e chame ela para comer um Poke!

Beijinhos,

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