Vídeo – Eu tenho Neuralgia do Trigêmeo

O vídeo abaixo é auto-explicativo.

Um vídeo contando meu relato com a Neuralgia do Trigêmeo e a sua relação com o emocional, no caso, a ansiedade.

Espero que o vídeo possa conscientizar outras pessoas sobre o quão grave os problemas psicológicos > neurológicos podem ser. Pedir ajudar é fundamental! Entender que o seu corpo e mente precisam se um pouco mais de atenção e respeito é fundamental.

 

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Beijinhos,

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Me sabotei na internet.

Plenamente defendo blogs desde que mergulhei de vez nesse mundo em 2009.
Cheguei até fazer um vídeo dizendo que iria blogar para sempre. Afirmei o quanto blogs escritos tem o poder levar informação e opinião para o mundo todo.

Menina do céu, eu me sabotei! Cê me perdoa?
Levantei tanto a bandeira dos blogs escritos que, só esses dias eu fui perceber o que realmente estava acontecendo: Eu não estava LENDO blogs fazia meses! Sim, é isso que você leu. MESES e não dias.
Percebi que eu estava numa gangorra de conteúdo entre Instagram e Youtube. ONLY THIS.

Apenas imagem. Mas, e a leitura? Me senti absurdamente alienada!

Na minha concepção existe uma grande diferença entre ler livros, revista/jornal e blogs. Ou seja, eu estava lendo livros e não estava mais lendo blogs. Algo que sempre me deu um prazer absurdo!

Enfim, eu falei X e fiz Y. Mas acontece, não é mesmo? As vezes a gente pega uma vibe, engata a 2ª na subida, chega no topo e solta o ponto morto na ladeira e vai embora…

Quando eu “acordei” dessa vibe de só ficar vendo fotos e vídeos, decidi ir atrás dos blogs que eu sempre amei e adivinhe? SIM! Eu passei horas à fio lendo todos eles e descobrindo coisas incríveis das MESMAS blogueiras que eu via por vídeo (Sempre gostei das mesmas influenciadoras. Estava acompanhado apenas os Instas e Canais delas. Aí voltei para os blogs).

E sabe o que é o mais legal de tudo isso? É saber de fato que o blog escrito ainda permanece firme e forte, com uma super audiência (percebe-se pela exorbitante quantidade de comentários) e que o conteúdo está cada vez mais rico. Que lindo! QUE-LINDO!

Bom, pensando em tuuuudo isso que aconteceu, achei que seria legal compartilhar quais são os blogs que eu AMO AMO ler e que sempre agregam algo de muito bom no meu dia.
Segue a listinha:

Just Lia
Chata de Galocha
Desancorando
BlahBlog
Dela Rosa
Necessidade Básica
Depois dos Quinze

Aprecie muito o trabalho dessas mulheres. Elas são incríveis geradoras de conteúdo!
Beijinhos,

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Minha história com a TPM e o Óleo de Prímula

Desde a escola, quando aprendemos sobre o ciclo menstrual, somos apresentadas à TPM como uma fase horrível para a mulher.

Sobrevivi 11 anos super de boa com a TPM. Cheguei até a achar que muitas amigas/conhecidas exageravam quando falavam aquela fatídica frase: “Minha TPM tá me matando!”. Mas, cada corpo é um corpo. Nosso organismo muda conforme as adversidades da vida.

Hoje, 12 anos após o meu primo ciclo, posso dizer que: “SIM, a TPM quase me matou por meses!”   [shyy]  – Assim que completei 23 anos, parece que uma “chavinha” virou no meu sistema hormonal e eu me tornei refém da TPM. Pior: Fiquei por meses acreditando que as minhas atitudes durante o período era apenas meu emocional ansioso falando alto demais! #Errou

Claro que a ansiedade só ajuda a piorar as coisas mas, a Tensão Pré Menstrual deus as caras com toda a violência no meu corpo. Chegou botando os dois pés no peito e sem dó fez uma bagunça interna violenta.

Para quem não sabe, durante a TPM, hormônios como progesterona e  estrógeno parecem estar mais “sensíveis” e causam uma rebuliço enorme no sue organismo. Os sintomas principais são: Cólicas, dor de cabeça, dor nos seios, irritabilidade, ansiedade, tensão, fadiga, insônia, esquecimento, retenção hídrica e ganho de peso.

Agora, imagine tudo isso que citei, de uma vez só e por uns 14 dias, sem parar. OU MELHOR: Nem imagine! É horrível. É terrível. E no emu caso, o plus da ansiedade só fazia eu me sentir pior.

Parecia uma bipolaridade. Eu acordava transformada!
No mesmo dia eu sentia dores terríveis nos seios, uma vontade absurda de comer até as paredes (mesmo tendo bariátrica) e, o pior de tudo: Eu não conseguia segurar minha reatividade e emoções. Era grossa e estúpida com qualquer pessoa gratuitamente, em seguida, chorava por motivos que vinham à tona na minha cabeça e criavam uma espécie de paranóia.

Bom, cheguei a um ponto que não estava mais dando para ser uma pessoa social por conta dessa dupla TPM+Ansiedade.
Foi então que comecei a pesquisar tratamentos naturais para isso. E, encontrei o Óleo de Prímula!

Bem, antes de contar o que é o Óleo de Prímula, quero esclarecer que: Antes de tomá-lo, eu consultei a minha ginecologista e ela super me apoiou na decisão de usar o fitoterápico como uma ajuda para amenizar os sintomas.

Estou dando esse relato após sobreviver a 2 TPMs:

Essas cápsulas são o Óleo de Prímula que eu tomo.

O Óleo de Prímula tem uma  grande quantidade de ácidos graxos essenciais, aqueles que o nosso corpo não consegue produzir, especialmente o ácido gama linolênico (GLA). Esse ácidos ajudam a regular os hormônios femininos!  [palmas]  [palmas]

Passei a tomar 1 cápsula todos os dias de manhã e posso dizer que sou outra pessoa durante a TPM. Não senti dores nos seios, não senti inchaço e o melhor de tudo é que a irritabilidade foi muito bem controlada. QUE HINO!
Não sinto mais o meu humor mudar repentinamente, não sinto mais as sensações horríveis de ansiedade que dá vontade de chorar sem motivos.

O Óleo de Prímula é um tratamento fitoterápico, você encontra em diversas farmácias.

Se você tem algum relato sobre a sua TPM e o tratamento que você faz, me conte aqui nos comentários!
Quanto mais informações trocarmos, melhor!

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Beijinhos,

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Fiquei OFF real por 3 dias!

Juro por Deus que eu me vi naquela fake news do Sensacionalista “Fulana fica em internet e descobre que mora com duas pessoas e eles são seus pais.”  [choraderir]  Seria cômico se não fosse trágico!

Eu passo o meu dia inteiro, 24 horas, conectada. Eu trabalho com internet duplamente: aqui no blog e lá na agência. É quase que inevitável ficar desconectada. Eu resolvo tudo por telefone e pelo computador. Aliás, faço tanto serviços bancários pelo telefone que eu praticamente me senti um ET outro dia quando fui sacar dinheiro no caixa eletrônico. Gente! Me ajuda! Eu só uso cartão!

Mas, bem longe da aberração que foi a cena da minha pessoa sacando dinheiro e descobrindo que existia outra milhões de funções no caixa eletrônico, foi o fato de eu viajar com a minha família nesta Páscoa… Ok, viajar com a família, ainda mais numa data desta é super normal, certo? ERRADO quando o lugar não possuí sinal de NENHUMA operadora!

Deus do céu! Quando estava chegando no destino, percebi que meu sinal ia diminuindo e que do 4G fui em para o Edge em minutos e da li para o NO SERVICE em um piscar de olhos.

No primeiro momento, pensei: “Ah, tranquilo! Tô sem sinal!”
No mesmo dia, quando fui dormir: “Meu Deus, alguém tem sinal? Eu tô sem falar com ninguém!”
No dia seguinte de manhã: “Gente, o que tá acontecendo? Eu não tenho o que fazer!”

Detalhe: Eu estava em uma chácara com piscina, campo de futebol, espaço pra vôlei, uma lago enorme que poderia pescar e nadar, salão de jogos com sinuca, muuuuita comida típica de sexta-feira santa + domingo de Páscoa… QUAL ERA MEU PROBLEMA? Eu acha que se não postasse no Stories que estava me divertindo, a pessoas não iria saber o quão “FUN” a minha vida é. OI? E quem disse que eu preciso mostrar pra outras pessoas que minha vida é ou não legal?

Eu parti pro descontrole e comecei a reclamar da falta de sinal e, me aproveitei da falta de algumas coisas de supermercado para convencer meu tio a ir até a cidade (o que ficava 10km dalí) para eu poder usar o sinal do meu celular. SOCORRO! QUE VÍCIO!

Adivinha? Descobri que nada de mais aconteceu nessas 24horas sem sinal. NADA! Estava tudo bem! Todo mundo tinha visto meu último Stories na qual falei que estava viajando.

Meio que meu desespero foi acalmando e quando voltei para a chácara, sem o sinal, eu comecei a prestar a atenção nas conversas da minha família.

Você pode até estar pensando: “Nossa, você é muito exagerada! Ficar sem celular é super de boa!” – Não, não é super de boa quando ele se torna um vício e todas as suas relações interpessoais estão resumidas a serem digitadas com dois dedos numa tela touch com sinal 4G.

Imagine para uma pessoa que sofre de ansiedade ficar sem fazer algo que, aparentemente, dá um prazer absurdo para ela. Estar sendo contrariada num momento de desespero é quase que pedir para surtar. E olha que as crises de ansiedade te fazem falar coisas e agir de uma forma que “você não é você”.

Esse post foi um relato do vício. Quando você é uma pessoa assumidamente dependente do celular/internet e tudo o que você faz te leva a usar esse tipo de recurso, ficar sem ele é quase que o fim do mundo.

OU MELHOR: Está bem longe do fim do mundo! Você começa a entender que não precisa dar satisfação da sua vida pros outros, que os momentos vividos valem muito mais do que ficar provando as outras pessoas que você “falsamente viveu ele”.

Eu tenho fotos dessa Páscoa com a família e sem sinal nenhum… E essas fotos estão guardadas comigo… E adivinha? Pra mim tem muito significado e eu nem precisei postá-las no meu Instagram!

Como diria o Bial nos BBB’s que ele apresentava: “Vem viver o mundo aqui fora!”

Essa foi a única foto que eu postei quando fui até a cidade próxima da chácara numa tentativa de usar meu sinal.
Fala sério, eu poderia ter esperado voltar para SP para postá-la. Tudo aconteceria numa boa!

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Amor-próprio. Ou você tem, ou você tem!

Se você, assim como eu, também gosta de ler e acha que livros podem abrir a mente, esse post é para você!

Acredito muito que a leitura pode fortalecer nossos pensamentos. Além de estimular a criatividade, você consegue “viajar para longe” e parece que todos seus problemas ficam em silêncio. Parece loucura mas, a leitura tem sido uma das minha terapias favoritas no combate ao stresse e ansiedade.

Depois de muitas coisas que vivi, descobri que me faltava amor-próprio.
Eu não tenho vergonha nenhuma em admitir isso. ADMITIR é uma das ações mais nobres!
Entendi que a falta de amor-próprio estava me prejudicando social, intelecto e profissionalmente. Era hora de buscar um ajuda.

Como disse no início deste post, eu gosto muito de ler, abre minha minha mente e me ajuda com a ansiedade. Dito e feito! Fui atrás de livros que pudessem me ajudar a desenvolver meu amor-próprio. Livros que despertassem essa vontade e me mostrasse quais são as ações do dia a dia comigo mesma que poderiam me ajudar a melhor emocionalmente.

Eis que me deparo com dois títulos incríveis.  [heart] E sabe o que mais me animou neles (tirando as capas maravilhosas, claro  [choraderir] )? Foi o fato de serem escritos por BLOGUEIRAS.

Essa é a prova real de que a internet tem milhões de talentos escondidos. Que coisa maravilhosa!

Então, sem mais enrolação. Vamos ao livros e suas sinopses:

#Manual do Amor-Próprio – Mica Rocha

“Por que nos sentimos tristes sem motivo? Por que brigamos tanto com o espelho? Por que não nos achamos bonitas “o suficiente”? Por que não conseguimos largar o trabalho com que não nos identificamos mais? Por que a vida do outro parece tão mais interessante do que a nossa? Por que a grama do vizinho é sempre mais verde? Em “Manual do amor próprio”, Mica Rocha, autora de Manual da fossa e Amor(ex), aborda um tema presente na vida de muitas de nós: a baixa autoestima, ou falta de amor próprio, que pode impactar em diversas áreas de nossa vida. Mica usa sua própria história como fio condutor para falar sobre assuntos delicados, como bullying, relacionamentos tóxicos, insatisfação com a vida profissional, e, com a ajuda de uma psicóloga, oferece ferramentas para que a leitora aprenda a se amar e, consequentemente, a ser mais feliz.”

 

Para as Solteiras com Amor (porque todo mundo já foi um dia) – Julia Faria

“Estar solteira pode ser muito divertido e libertador, mas muitas mulheres deparam com diversos tipos de insegurança quando estão sozinhas. Neste seu primeiro livro, a atriz e digital influenciar Julia Faria defende que o foco principal delas nesse momento precisa ser conhecer melhor a si próprias, e não outras pessoas. Só assim conseguirão encontrar suas caras-metades (se assim desejarem). Os delicados textos aqui reunidos ajudam a refletir sobre o que esperar de um relacionamento e a lidar com o fim inevitável de alguns deles. Sempre com bom humor, a autora faz uma necessária investigação do mundo do flerte e seus códigos. Mais do que um livro para quem está (ou esteve) solteira, a estreia de Julia Faria é uma defesa da autoestima feminina. Sem ela, mostra a autora, não existe final feliz.”

Li os livros exatamente na sequência em que coloquei eles no post. Ambos foram um gatilho para eu viajar para dentro de mim, pensar mais no que eu realmente quero, quais minhas vontades, meus desejos e tudo aquilo que esta relacionado a minha vida, ao meu emocional.

Colocar-se em primeiro lugar não é narcisismo, é um ato de coragem. Lembre-se disso!

Eu sempre repito: Se eu não me amar e não saber como eu reajo ao amor, como é que alguém vai fazer isso por mim? Como alguém vai me amar?

Espero que tenha gostado do post. Compartilhe com suas amigas!
Se você indicação de livros nesse mesmo tema, deixe os títulos aqui nos comentários.

Beijinhos,

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