#PLENA

Mas afinal, você já se sentiu PLENA em algum momento da vida?

Tenho que dizer que, alguns momentos de euforia como: Estar à caminho de NY de mudança, a colação de grau da faculdade e receber os prêmios do blog me deixaram pensar que eu estava plena. Continuo acreditando que sim porém, depois desse último mês vivido, acho que que “estar plena” é uma sequência de dias e não apenas um momento.

Passei também a acreditar que a felicidade pode ser sentida todos os dias. E que o trecho fa música “Outras Frequências” de uma das minhas banda favoritas, Engenheiros do Hawaii, faz todo o sentindo: “Tantas pedras no caminho são seria ruins.” – Acho que gosto muito de um desafio.

Minha mãe mesmo vive falando: “Tudo na sua vida tem que ser sofrido, né? Se não for assim para que você nem sente graça nas coisas!” – É óbvio que ninguém nesta vida quer sofrer emocionalmente e ficar com o psicológico abalado a ponto de pensar em milhões de coisas ruins MAS, depois de tudo que vivi e a bela reflexão que fiz esses dias, eu realmente preciso passar por algo muito difícil para conseguir algo bom. Fui destinada a isso!

Depois de um 2015/2016 sofrido para que um cacete, eu tô aqui, na metade de 2017 para contar que: Eu estou PLENA há meses.

SIM! Eu acordo sorrindo, vou dormir sorrindo e todos os problemas, por maiores que sejam, estão se tornando detalhes em um dia a dia que anda passando mega rápido e mesmo assim tem sido inesquecível!

E eu, que sempre prezo pela gratidão, venho publicamente agradecer a TODAS minhas amigas que, entenderam que minha cabeça não estava legal e me deram total apoio. Me ouviram, me leram no WhatsApp até de madrugada e, com toda paciência do mundo, souberam lidar com o meu momento. De longe posso dizer que estou “cercada de boas intenções e amigas de nobres corações”.

Eu tô bem musical hoje, então: “Que o amor invada sua casa coração!”.

E fica aqui o meu apelo: Sua amiga(o) está passando por um momento difícil e abriu o coração para você? Não julgue e nem tente dar lição de moral. Apenas ajude! Um simples: “Eu tô aqui, pode falar!” vai ajudar. Deixa a pessoa contar tudo o que sente. O desabafo, muitas vezes, é o melhor remédio para quem está preso dentro de si.

Espero que tenha gostado!
Milhões de beijos,

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Fases ruins acontecem!

Você pode até não gostar da Beca Brait mas, o que ela fala nesse vídeo a maior realidade de todas:

Nós vivemos SIM um momento bem bosta na nossa vida. Sofremos bastante. As fases ruins vem e vão e é preciso aprender a lidar com elas afinal, os problemas nos fazem crescer e amadurecer.
 
Não, não está sendo nada fácil viver!
Ao contrário do que você pode estar pensando, eu não estou fazendo do blog/canal um apoio para me lamentar. Aqui é um espaço onde me sinto confortável, desde 2009 para escrever sobre tudo aquilo que me vêm a cabeça.
Estou desde Outubro de 2016 passando por um monte de coisas. Diversas acontecimentos, daqueles bem difíceis que te fazem respirar fundo e pensar: Desistir é opção? NÃO! Desistir jamais. Porém, não há cabeça que aguente tanta turbulência.
Se até aviões caem, porque meu corpo não iria padecer?
Nada tem saído do jeito que eu esperava. As coisas não fazem mais o mesmo sentindo de antes. Minhas amigas sabem desse meu discurso decor e salteado. Todo santo dia dou “bom dia” para elas no WhatsApp reclamando de como as coisas andam acontecendo na minha vida.
Eu acredito muito em energia e atração. Já falei trilhões de vezes isso aqui. Por isso tenho plena consciência que: SIM, uma certa pessoa entrou na minha vida, me bagunçou inteira, me destruí psicologicamente MAS, que isso tratou-se de uma PROVA, onde eu precisava ser absurdamente resistente a mim mesma.
Não vou entrar no mérito do “relacionamento abusivo” – Até porque acho que isso deveria ser DITO e não escrito (sim, eu penso muito em gravar um vídeo contando o que é relacionamento abusivo na vida real).
Eu ainda vivo essa PROVA que citei acima. Eu ainda estou presa numa fase bem ruim da vida e acredite, eu não vou esperar a vida acabar comigo não! Eu estou fazendo tudo o que posso, tudo que está ao meu alcance, para me ajudar.
O passo mais importante eu já dei: Reconhecer que as coisas não estão bem e que é hora de mudar.
A Muffin não é mais a mesma, isso é fato. ESTOU MUDANDO!
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O que você está fazendo?

Oi more, vem aqui, vamos conversar:
Eu nasci numa geração precipitada e ansiosa. Se você não alcançar o sucesso aos 22 anos você é um fracassado. Eles diziam.
Pois bem, repito o mantra de que “tudo ficará bem” everyday of my life.
PORÉM, não é bem assim que funciona. Eu tô querendo há muito tempo alcançar os objetivos pessoais da minha vida. E isso inclui trabalhar muito!
Se eu quiser construir uma família, o mínimo que eu espero dar para os meus filhos é o que os meu pais deram para mim.
Infelizmente, no atual momento, eu trabalho muito. Tipo assim, DEMAIS mesmo. Mas isso não me incomoda, até porque eu tenho (repito) objetivos e eles só se realizam em consequência do trabalho.
Me incomoda um bocado ver você reclamando que está “cansado”… Cansado de que se você não trabalha e não estuda? Diz pra mim!
Cansado de bater perna o dia todo e ter que levantar da cama para reiniciar o roteador quando a internet cai? POR FAVOR!
Não venha me dizer que eu me ausentei. Eu penso muito no futuro… E nele me vejo sentada em uma praia de flamingos em Aruba, bem morena do sol, tomando um suquinho e pensando: PQP! Eu sou foda mesmo!
Se você curte viver essa vida monótona, eu guarda meu incomodo para mim, assim como você tem que guardar os seus comentários de que eu sou “workaholic” para você.
Ok?
 
PS: Repetindo o que eu disse no meu vídeo no youtube quando voltei para o Brasil “O país tá em crise para quem é preguiçoso.”
 
Beijos,
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E se não for agora?

Talvez possa ser amanhã, depois ou até nunca mais.

Você já ficou com medo de se arriscar? Quantas vezes deixou de fazer algo pensando nas consequências?
Tudo nessa vida não acontece por acaso e as consequências, como o próprio nome já diz, é uma ação produzida por uma causa, ou seja, ela pode ser boa ou ruim, basta VOCÊ determinar.

Já abordei em alguns drops aqui do blog sobre o tema da “Lei da Atração”, gratidão e muito mais. Resumindo brevemente, o seu destino quem escreve é você mesmo. Se canalizar seus pensamentos para determinada ação e dedicar suas energias ao acontecer dela você terá ela como consequência.

Ok, até aí já entendemos… Mas, e quando as consequência dessas ações saem do controle e você acaba perdendo coisas importantes?

Lembre-se: Nada é por acaso!

Busque na memória os erros que você cometeu ao querer passar pro cima de muitas coisas para conquistar algo maior. Quando falo passar por cima, não é inferiorizar alguém, é simplesmente o fato de querer pular etapas naturais da vida. Por exemplo: Se desde criança você sonha em ser bem sucedida e, quando chega na adolescência, deixa de curtir as amizades para começar a trabalhar muuuuito cedo em algo, pode fazer com que você se estresse mais rápido, sofra prematuramente e ao mesmo tempo pode fazer com que você amadureça mais rápido.

O que você precisa entender é que: Quando você está focada em um objetivo na vida (lei da atração) e está trabalhando a favor de que ele se realize, NUNCA, JAMAIS, pense que o tempo é seu maior inimigo. O tempo é algo precioso e que sempre estará para lembrar que você deve jogar o jogo da vida corretamente e que, escolher um atalho pode ser que seu objetivo dure pouco.

Pode ser que seu objetivo não se cumpra agora e nem amanhã… Mas que ele demora alguns anos. Independente disso você terá feito o caminho correto, saudável e de forma que tudo sirva como aprendizado.

Nunca deixe de trilhar o caminho correto por querer apressar as coisas. Nunca deixe de fazer o certo com medo de que as coisas não aconteçam… Ela acontecem, mas no tempo delas.

Se nesse período natural você perder algumas coisas, sempre reflita sobre essas perdas e tente entender quais são os motivos dela. Retomando: Nada é por acaso!

Espero que tenha gostado. Não esqueça de comentar!
Beijos,

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O que é o Plus Size?

*Post produzido por Nanny Cox 

Como contamos na terça-feira, no último final de semana rolou em São Paulo o Pop Plus, um evento voltado à moda Plus Size. Nele, foram promovidos diversos bate-papos não só sobre a moda Plus Size, mas o corpo gordo no mercado de trabalho e na cultura pop. O primeiro debate, como expliquei anteriormente, foi tão interessante que eu tive que fazer um post a parte sobre ele. A mediadora foi a Rafa Coelho, do site Das Plus e as convidadas foram a Glenda Cardoso, do blog Curvilíneos, e a Patrícia Assuf Nechar, doutoranda em Comunicação e Semiótica pela PUC de São Paulo.

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Como a Patrícia faz uma pesquisa sobre o corpo Plus Size, ela soube explicar direitinho quando nasceu o movimento e o que é, de fato, o Plus Size. Segundo ela, a pioneira no movimento foi a Fluvia Lacerda. Para quem não sabe, a Fluvia foi descoberta no começo do século XXI por uma agência de modelos Plus Size norte-americana. Em 2009 ela veio para cá com a assessora e promoveu uma verdadeira mudança no mercado do vestuário, “e eles começaram a perceber que tinha essa lacuna gigantesca na moda Plus Size”, segundo a Patrícia. Para vocês terem uma ideia, esse termo já era usado nos Estados Unidos desde 1970!

Vamos “começar do começo”… vocês já pararam para pensar no que significa a palavra “gorda”? Segundo a Patrícia, existem diferentes significados e significantes. Aí você pergunta: que? O que isso significa? Significa que a palavra evoca uma imagem diferente na cabeça de cada pessoa. A imagem que a palavra gorda desperta na mente da fulana não é a mesma que surge na cabeça da sicrana. E isso, meus caros, faz com que a definição do gordo e do Plus Size seja muito mais complicada. Como a Patrícia ressaltou, “é difícil você chegar e falar: tal pessoa é gorda. É gorda em relação a quem? Gisele Bundchen? Fluvia Lacerda?”.

Vamos começar pelo fato de que não existe a palavra Plus na língua portuguesa. Existe na França, Alemanha, Estados Unidos… mas nada de Brasil. A Patrícia explicou que o perfil da palavra Plus Size que ela usa durante os estudos é a “questão de adição, de soma, de pluralidade, de diversidade, de agregar pessoas, de agregar coisas. É o adicionar, é o adicional. O Plus é isso! Como fenômeno cultural e social… é agregar”.

No entanto, as três integrantes da mesa do bate-papo lembram que existe segregação mesmo dentro do universo Plus Size. Eis que surge o padrão gordo midiático, ou seja, o corpo gordo aceito na televisão, nas revistas, nos desfiles de moda (sim, tivemos modelos Plus Size no último NYFW) e outros veículos. É uma gorda sem barriga, sem muita celulite, com perna firme e que ao ser veiculado não causa tanto estranhamento. Se essas modelos ganham espaço na indústria da moda “convencional”, imagina o espaço delas na moda Plus Size?!

Claro que não podemos segregar essas mulheres que também são maravilhosas e talentosas, mas precisamos de mais representatividade. A Glenda Cardoso lamentou a falta de modelos acima do 54 em campanhas de marcas de roupas Plus Size e deu uma dica: “são vários biotipos, são vários corpos diferentes do que só a ampulheta – que é essa figura midiática da gorda-. Uma mulher oval,  muito comum entre as mulheres gordas, você não vê. Apostem em mulheres maiores! Ao invés de ter só uma modelo coloque duas, coloque três! Represente diversos biotipos e diversos tamanhos. Por que não colocar uma modelo 60?”.

Assim como as mulheres magras, as gordas querem se identificar naquelas imagens de mulheres sexys, poderosas e seguras. Isso só não acontece (ou acontecia?!) por causa da forma negativa como é tratada a gordura na nossa cultura. Por isso, a representação das mulheres gordas/Plus Size e suas variações são tão importantes.

Durante a palestra, uma estudante de moda comentou sobre a falta de representatividade para as adolescentes. Blogueiras de moda Plus Size normalmente estão para lá dos seus 20 anos (a Ju Romano, por exemplo, tem 27) e se vestem de uma forma mais “adulta”. A Glenda ressalta que a cobrança emocional por causa do corpo gordo faz com que as meninas não queiram se mostrar: “talvez elas consigam encontrar a auto estima delas já com 20 e poucos anos”. E isso é péssimo, não é?! A adolescência por si só já é uma época de turbilhões emocionais. Imagina se pudéssemos subtrair dessa conta a insatisfação com a própria imagem?!

Os tempos mudaram. O movimento Plus Size foi potencializado pela internet. As mulheres não aceitam propaganda enganosa e não querem caber nas roupas, pois são as roupas que devem caber. Já existem movimentos que querem abolir a palavra “Plus Size”, inclusive. No entanto, a Glenda defendeu que o Brasil ainda precisa desse termo, “porque o nosso mercado ainda não entrou em estado de maturação. Ele está começando, engatinhando. Então o termo ainda é muito necessário, precisa ser usado para as pessoas entenderem, criarem conhecimento, estudos científicos… tudo nesse sentido para esse público, para essas pessoas que estão dentro do movimento”.

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Para concluir o bate-papo, a Rafa Coelho, que era a mediadora, pediu que as convidadas definissem o Plus Size. A Patrícia, que está fazendo apenas um trabalho de doutorado sobre o tema, deu uma definição super bacana:

“Entende-se como uma riqueza adicional. O significado do Plus Size não se limita somente a um número e também é relacionado aos movimentos sociais que se formam a partir de pessoas que possuem um perfil diferenciado de corpo. São pessoas e grupos que buscam à sociedade a inclusão de padrões corporais mais amplos. Militam a favor de uma aceitação em relação ao tamanho de seu corpo. Discutem sobre segregação e o estigma do corpo estereotipado de tal forma que questionam sobre os modelos corporais apresentados os meios midiáticos como revista, televisão e internet. São essas pessoas que se dedicam com fervor para que a sociedade perceba que independentemente de possuir um corpo gordo, este é capaz de exercer funções física e intelectuais como qualquer outra pessoa preparada para tal, de maneira que seu caráter não muda em relação ao seu peso e principalmente que seu corpo é tão belo como um outro qualquer”.

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