Influência positiva: Influencer revela como driblar a toxidade do Instagram usando a rede como vitrine de empoderamento

Influência positiva: Influencer revela como driblar a toxidade do Instagram usando a rede como vitrine de empoderamento

12 de janeiro de 2022

Não é de hoje que a discussão de como a tendência de compartilhar apenas os melhores momentos e a pressão para parecer perfeito nas redes sociais podem prejudicar a saúde mental de seus usuários. Pesquisas realizadas nos últimos dois anos pelo Facebook, e que foram mantidas em sigilo, até confirmam que a empresa tem conhecimento de que o Instagram agrava problemas de imagem corporal entre adolescentes, e que se preocupa com o efeito causado aos jovens. Segundo uma dessas pesquisas, “32% das meninas adolescentes disseram que quando se sentiam mal com seus corpos, o Instagram as fazia se sentir pior”. 

Mas a verdade é que pesquisas sobre redes sociais e imagem corporal ainda estão em seus estágios iniciais e a maioria dos estudos é correlacional. Isso significa que não podemos provar se, por exemplo, o Facebook faz com que alguém tenha sentimentos negativos sobre sua aparência ou se as pessoas que estão preocupadas com a aparência têm mais probabilidade de usar o Instagram. Entretanto, um ponto similar apontado por muitas das pesquisas é que as pessoas com quem nos comparamos são a chave para a questão.

Criadora de conteúdo desde 2016, Maria Eugênia Cordeiro (@mariaeucor), é um dos novos nomes que usa sua visibilidade na rede pra trazer uma visão de mundo baseado em seu lifestyle: uma mulher fora dos padrões da sociedade, levantando bandeiras sobre empoderamento feminino, relação saudável do amor próprio e autocuidado, a feminilidade dentro do mundo LGBTQIAP+ e moda para corpos livres e mentes abertas. “A internet por muito tempo foi muito padrão. Eu mesma já ouvi muito que por não ser “padrão” não deveria ser influenciadora digital ou que por não ser magra, não deveria postar foto de corpo”, conta ela, que prefere levar reflexão e posicionamentos corretos a seus seguidores sobre esse tema para ajudar as pessoas em seu perfil romperem o costume da autocritica e julgamento. 

Para ela, se as comparações no aplicativo podem mudar a forma como os jovens se veem e se descrevem, uma maneira de driblar a toxidade da rede é que os usuários organizem seu feed de modo a se sentirem mais felizes em sua própria pele – ou, pelo menos, de modo a impedir que se sintam pior. “Sempre falo que cada pessoa tem um corpo, um formato de peito, um tamanho de barriga, de bunda, e o padrão de beleza tem apenas um molde a ser seguido. Questiono o que parece estar errado.”, explica.  “É impossível se enquadrar em um molde quando todas as pessoas são diferentes. É muito mais fácil, saudável e barato nos aceitarmos como somos. Porque o corpo padrão magro que a indústria quer que a gente tenha, com o peito levantado, bunda grande, sem barriga, rosto simétrico, só existe por meio de cirurgias extremamente invasivas e perigosas. Então não estamos falando em ser “saudável” praticando exercícios e cuidando da nossa alimentação – é sobre dar milhões para a indústria da beleza e estética – e no meio perder diversas vidas.”, critica a influencer. 

Outro ponto muito importante que nasceu dessa grande discussão são os movimentos que trazem empoderamento a tudo e todos que estão fora do “padrão”. Este é o caso do Body Posotive, campanha mundial que está diretamente relacionada à aceitação de todos os tipos de corpos. “O movimento Corpo Livre trouxe a beleza de ser real. E vai além de pessoas gordas, fala sobre vários corpos diferentes que tem detalhes antes vistos como “imperfeições” que são abordados na atualidade como um Corpo Real: celulite, estria, flacidez, olheiras, peitos caídos, pelos, manchas, falta ou excesso de algo… seja como for, seu corpo é lindo e merece ser amado.”, ressalta Maria Eugênia, que em seu perfil do Instagram compartilha fotos e dicas de beauty de uma mulher fora dos padrões, mostrando toda a beleza que há nessa jornada pessoal de abraçar seu corpo e aprender a amar cada individualidade sua. “Não é sobre uma militância imposta cheia de frases de efeito. Minha existência, minha vida exposta exatamente como é, é minha arma nessa luta. As pessoas se identificam com essa leveza. Meus seguidores me veem e sabem que também podem ser assim, livres de todas as formas.”, conclui. 

Sobre Mariaeucor

Aos 24 anos, a influencer de beleza e lifestyle de Joinville, em Santa Catarina, já acumula mais de 228 mil seguidores no Instagram e mais de 1.3 milhões no TikTok, e se destaca na região por grandes parcerias com marcas como Disney, Yves Saint Laurent, Avon, Riachuelo, Calvin Klein, Melissa, Granado – só para citar algumas. Criadora de conteúdo desde 2016, ela traz uma visão de mundo baseado em seu lifestyle: uma mulher fora dos padrões da sociedade, levantando bandeiras sobre empoderamento feminino, relação saudável do amor próprio e autocuidado, a feminilidade dentro do mundo LGBTQIAP+ e moda para corpos livres e mentes abertas. Com um portfólio gigantesco de jobs entregues, ela impressiona pela audiência mensal e fiel de em média 17 milhões de contas alcançadas organicamente, conquistando uma base média mensal de 30 milhões de impressões e um crescimento mensal de cerca de 20 mil seguidores ao mês.

Instagram:@mariaeucor
Tiktok:@mariaeucor \ @mariaeugeeniaaa
Site:https://www.mariaeucor.com/

Beijos,
@BrunaMuffin
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