Fiquei OFF real por 3 dias!

Juro por Deus que eu me vi naquela fake news do Sensacionalista “Fulana fica em internet e descobre que mora com duas pessoas e eles são seus pais.”  [choraderir]  Seria cômico se não fosse trágico!

Eu passo o meu dia inteiro, 24 horas, conectada. Eu trabalho com internet duplamente: aqui no blog e lá na agência. É quase que inevitável ficar desconectada. Eu resolvo tudo por telefone e pelo computador. Aliás, faço tanto serviços bancários pelo telefone que eu praticamente me senti um ET outro dia quando fui sacar dinheiro no caixa eletrônico. Gente! Me ajuda! Eu só uso cartão!

Mas, bem longe da aberração que foi a cena da minha pessoa sacando dinheiro e descobrindo que existia outra milhões de funções no caixa eletrônico, foi o fato de eu viajar com a minha família nesta Páscoa… Ok, viajar com a família, ainda mais numa data desta é super normal, certo? ERRADO quando o lugar não possuí sinal de NENHUMA operadora!

Deus do céu! Quando estava chegando no destino, percebi que meu sinal ia diminuindo e que do 4G fui em para o Edge em minutos e da li para o NO SERVICE em um piscar de olhos.

No primeiro momento, pensei: “Ah, tranquilo! Tô sem sinal!”
No mesmo dia, quando fui dormir: “Meu Deus, alguém tem sinal? Eu tô sem falar com ninguém!”
No dia seguinte de manhã: “Gente, o que tá acontecendo? Eu não tenho o que fazer!”

Detalhe: Eu estava em uma chácara com piscina, campo de futebol, espaço pra vôlei, uma lago enorme que poderia pescar e nadar, salão de jogos com sinuca, muuuuita comida típica de sexta-feira santa + domingo de Páscoa… QUAL ERA MEU PROBLEMA? Eu acha que se não postasse no Stories que estava me divertindo, a pessoas não iria saber o quão “FUN” a minha vida é. OI? E quem disse que eu preciso mostrar pra outras pessoas que minha vida é ou não legal?

Eu parti pro descontrole e comecei a reclamar da falta de sinal e, me aproveitei da falta de algumas coisas de supermercado para convencer meu tio a ir até a cidade (o que ficava 10km dalí) para eu poder usar o sinal do meu celular. SOCORRO! QUE VÍCIO!

Adivinha? Descobri que nada de mais aconteceu nessas 24horas sem sinal. NADA! Estava tudo bem! Todo mundo tinha visto meu último Stories na qual falei que estava viajando.

Meio que meu desespero foi acalmando e quando voltei para a chácara, sem o sinal, eu comecei a prestar a atenção nas conversas da minha família.

Você pode até estar pensando: “Nossa, você é muito exagerada! Ficar sem celular é super de boa!” – Não, não é super de boa quando ele se torna um vício e todas as suas relações interpessoais estão resumidas a serem digitadas com dois dedos numa tela touch com sinal 4G.

Imagine para uma pessoa que sofre de ansiedade ficar sem fazer algo que, aparentemente, dá um prazer absurdo para ela. Estar sendo contrariada num momento de desespero é quase que pedir para surtar. E olha que as crises de ansiedade te fazem falar coisas e agir de uma forma que “você não é você”.

Esse post foi um relato do vício. Quando você é uma pessoa assumidamente dependente do celular/internet e tudo o que você faz te leva a usar esse tipo de recurso, ficar sem ele é quase que o fim do mundo.

OU MELHOR: Está bem longe do fim do mundo! Você começa a entender que não precisa dar satisfação da sua vida pros outros, que os momentos vividos valem muito mais do que ficar provando as outras pessoas que você “falsamente viveu ele”.

Eu tenho fotos dessa Páscoa com a família e sem sinal nenhum… E essas fotos estão guardadas comigo… E adivinha? Pra mim tem muito significado e eu nem precisei postá-las no meu Instagram!

Como diria o Bial nos BBB’s que ele apresentava: “Vem viver o mundo aqui fora!”

Essa foi a única foto que eu postei quando fui até a cidade próxima da chácara numa tentativa de usar meu sinal.
Fala sério, eu poderia ter esperado voltar para SP para postá-la. Tudo aconteceria numa boa!

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Amor-próprio. Ou você tem, ou você tem!

Se você, assim como eu, também gosta de ler e acha que livros podem abrir a mente, esse post é para você!

Acredito muito que a leitura pode fortalecer nossos pensamentos. Além de estimular a criatividade, você consegue “viajar para longe” e parece que todos seus problemas ficam em silêncio. Parece loucura mas, a leitura tem sido uma das minha terapias favoritas no combate ao stresse e ansiedade.

Depois de muitas coisas que vivi, descobri que me faltava amor-próprio.
Eu não tenho vergonha nenhuma em admitir isso. ADMITIR é uma das ações mais nobres!
Entendi que a falta de amor-próprio estava me prejudicando social, intelecto e profissionalmente. Era hora de buscar um ajuda.

Como disse no início deste post, eu gosto muito de ler, abre minha minha mente e me ajuda com a ansiedade. Dito e feito! Fui atrás de livros que pudessem me ajudar a desenvolver meu amor-próprio. Livros que despertassem essa vontade e me mostrasse quais são as ações do dia a dia comigo mesma que poderiam me ajudar a melhor emocionalmente.

Eis que me deparo com dois títulos incríveis.  [heart] E sabe o que mais me animou neles (tirando as capas maravilhosas, claro  [choraderir] )? Foi o fato de serem escritos por BLOGUEIRAS.

Essa é a prova real de que a internet tem milhões de talentos escondidos. Que coisa maravilhosa!

Então, sem mais enrolação. Vamos ao livros e suas sinopses:

#Manual do Amor-Próprio – Mica Rocha

“Por que nos sentimos tristes sem motivo? Por que brigamos tanto com o espelho? Por que não nos achamos bonitas “o suficiente”? Por que não conseguimos largar o trabalho com que não nos identificamos mais? Por que a vida do outro parece tão mais interessante do que a nossa? Por que a grama do vizinho é sempre mais verde? Em “Manual do amor próprio”, Mica Rocha, autora de Manual da fossa e Amor(ex), aborda um tema presente na vida de muitas de nós: a baixa autoestima, ou falta de amor próprio, que pode impactar em diversas áreas de nossa vida. Mica usa sua própria história como fio condutor para falar sobre assuntos delicados, como bullying, relacionamentos tóxicos, insatisfação com a vida profissional, e, com a ajuda de uma psicóloga, oferece ferramentas para que a leitora aprenda a se amar e, consequentemente, a ser mais feliz.”

 

Para as Solteiras com Amor (porque todo mundo já foi um dia) – Julia Faria

“Estar solteira pode ser muito divertido e libertador, mas muitas mulheres deparam com diversos tipos de insegurança quando estão sozinhas. Neste seu primeiro livro, a atriz e digital influenciar Julia Faria defende que o foco principal delas nesse momento precisa ser conhecer melhor a si próprias, e não outras pessoas. Só assim conseguirão encontrar suas caras-metades (se assim desejarem). Os delicados textos aqui reunidos ajudam a refletir sobre o que esperar de um relacionamento e a lidar com o fim inevitável de alguns deles. Sempre com bom humor, a autora faz uma necessária investigação do mundo do flerte e seus códigos. Mais do que um livro para quem está (ou esteve) solteira, a estreia de Julia Faria é uma defesa da autoestima feminina. Sem ela, mostra a autora, não existe final feliz.”

Li os livros exatamente na sequência em que coloquei eles no post. Ambos foram um gatilho para eu viajar para dentro de mim, pensar mais no que eu realmente quero, quais minhas vontades, meus desejos e tudo aquilo que esta relacionado a minha vida, ao meu emocional.

Colocar-se em primeiro lugar não é narcisismo, é um ato de coragem. Lembre-se disso!

Eu sempre repito: Se eu não me amar e não saber como eu reajo ao amor, como é que alguém vai fazer isso por mim? Como alguém vai me amar?

Espero que tenha gostado do post. Compartilhe com suas amigas!
Se você indicação de livros nesse mesmo tema, deixe os títulos aqui nos comentários.

Beijinhos,

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É agora que o ano começa?

SIM!
Cabô carnaval, cabô férias. É hora de arrasar e mostrar que este blog ainda respira. 

2018 será o 9º aniversário do Muffin.dicas! [assutado] Meu Deus! Quase 10 anos que compartilho com vocês a minha vida e milhares de dicas.
Com jeitinho intimista e passando por diversas fases, sempre mostro no início de cada ano as metas e objetivos. A tradição continua…

E esse ano eu sinto que será meu ano! Afinal, como diz a Patrícia Brazil do Grupo It: “Ela sonha, ela faz!”

Os desejos são inúmeros. Os sonhos são diversos. Mas se tem algo que está acima de qualquer um deles é o AMOR. E não falo de amor > paixão. Eu falo de amor-próprio! 2017 foi um ano de aprendizados pesadíssimos. Muita resiliência e, sai sobrevivente de “tanta porrada” que levei.

Quis muito começar o primeiro dia do ano blogando, mas me conheço e sabia que, com a cabecinha daquele jeito, não seria possível. Então, pela PRIMEIRA VEZ, em NOVE ANOS, tirei férias de um mês do blog. E posso dizer? Foi maravilhoso!

Agora, começo o ano (pós-carnaval) com o pé direito, organizadíssima e muito, mas muito adulta MESMO.

Que esse ano o blog alcance mais pessoas, que meus vídeos toque e divirta mais pessoas. Que eu tenha muito amor no coração. Que eu esteja cercada da minha família linda, das minhas amizades que tanto cultivo e claro… Que minha cabeça continue cheia de coisas boas como está neste momento.

VEM COMIGO? SÓ VEM!
2018 é nosso ano.

Quero gravar collabs bem legais, fazer mais resenhas, mostrar dicas inéditas, falar mais sobre sentimentos, dar receitas so easy e deliciosas.

Quer ver alguma coisa em específico aqui no blog? Os comentários é todo seu! Se joga e comenta tudo o que você quer! Vamos ser super amigas este ano. Vamos ficar juntinhas?

Beijinhos,

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Coisas que aprendi/conheci em NY

Com certeza alcancei o ápice da vida quando estava eu, com recentes 22 anos embarcando sozinha para morar em Nova York. Uma decisão tomada às pressas, mas executada com louvor, dedicação e muito aprendizado.

Quando conversava com alguém que já tinha morado fora e ouvia: “É uma experiência única. Você se descobre.” eu ficava com os olhos brilhando porém, não conseguia imaginar como era ter essa sensação de se descobrir.

Quando cheguei em Nova York, meus olhos ficaram mais arregalados do que nunca. Meu olhar era 360º. Meus ouvidos eram mais sensíveis, eu podia ouvir até os pensamentos das pessoas. Eu me sentia muito dona de mim! Independência maior não existia.

Vi, vivi, aprendi, conheci, experimentei muitas coisas. Foi um novo ritmo e estilo de vida. Quando voltei ao Brasil pude refletir e fazer um balanço do que era bom e valia a pena aplicar na minha rotina aqui:

  • O metrô é o transporte mais rápido que você vai ter. Sem trânsito, sem preocupação para estacionar, sem gastos inesperados. Sinto muita falta do metrô de lá! Se em SP fosse igual, com certeza a vida de muitos seriam mais fáceis.

  • Apartamentos menores são ótimos, fáceis de limpar e, o famoso “Menos é Mais”. Quanto menos objetos na decoração da casa, melhor. Seu dia a dia fica facilitado.

  • Foram 5 meses sem assistir TV. Apenas usando meus serviços de streaming e eu desenvolvi muito mais meu lado criativo!

  • Refeições pensadas. Organizar e pensar na sua refeição do dia seguinte, deixá-la pronta, facilita absurdamente a sua rotina!

  • Valorize as feiras de rua que temos aqui no Brasil. Nossas frutas são milhões de vezes melhores. Aliás, qualquer alimento de origem vegetal aqui no Brasil é milhões de vezes mais gostoso, saboroso e saudável do que os da América.

  • O famoso “cháfé” é uma delícia! Aqui no Brasil eu não criei o hábito de tomar café por achava muito forte. Lá eu passei a amar o café mais fraco com leite.

  • Se você tem um ritmo de trabalho intenso, onde passa muitas horas fora de casa, saia preparada! Mochila é o seu maior aliado. Leve aquilo que você tem certeza que irá precisar para passar um dia todo longe de casa.
  • Ter horário é fundamental. Organize seu dia. Ser pontual nos compromissos é essencial!

Morou fora? Me conte suas experiências aqui nos comentários.
Se gostou do post, compartilhe com suas amigas! Beijinhos,

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