Filmes, negócios e vida pessoal.

Sabe quando sua amiga posta algo que você está exatamente pensando naquele segundo?
Pois é, a Flávia (ela já apareceu em outros posts aqui do blog) postou o conteúdo abaixo em Fevereiro e eu, desde então, fiquei pensando, pensando, pensando…

filmes

Sou o tipo de mulher que, desde criança/adolescente assistia filmes em que a protagonista era também uma mulher porém, bem sucedida, com uma vida extremamente corrida e badalada. Assim, descrita como a própria Flávia disse acima.

Eu era vidrada em filmes em que a história mostrava essa atmosfera “business woman” e tudo mais. Os filmes me influenciaram. E muito!

Quando comecei a trabalhar fora, fazia de tudo para que meus dias fossem de agenda cheia. Mil coisas a fazer, compromissos, cursos, reuniões e claro, sempre correndo. Correndo loucamente e com o celular na mão, querendo resolver e-mails e outros problemas através dele.

Resultado: Eu corri em vão. Na verdade, eu corri sem direção!

Além de, assim como a Flávia, descobrir que ter essa vida insana de correria não valia um segundo a pena, eu cheguei antecipadamente ao status de “decepcionada”.

Por que? Porque eu via nesses filmes (e até na própria vida real) pessoas extremamente jovens, com no máximo 25 anos, e com um império conquistado. Ou seja, botei na minha cabeça que, antes dos 25 eu deveria ser uma pessoa reconhecida por um grande feito, ~ser alguém~ na vida…

Mas espera aí! Quem eu quero ser se nem eu sei quem eu sou? – Foi aí que eu acordei e liguei os pontos.

Querer ser alguém e “inventar” ter uma vida corrida, não me levava a nada! Eu precisava, primeiro, reconhecer e conhecer quem eu realmente sou, quais são minhas qualidades, experiências e qual é o meu objetivo.
Aí sim, a partir daí, ajustar a minha vida a isso e caminhar para conquistar algo.

Hoje, sinto que estou com a cabeça no lugar e correndo loucamente na direção certa, pois tracei um objetivo e estou mirando nele.

E sabe o que eu percebi? Que até nos filmes que eu assistia, a personagem também passava por uma fase de “choque de realidade” em que percebia que, aquela correria toda, sem direção, era desnecessária. Coisas passavam pela sua vida pessoal e ela nem percebia. Preservar momentos de alegria, carinho e conversa com pessoas que fazem parte do seu circulo familiar e de amizades é algo muito importante.

Ser girl power, girl boss, business woman e derivados do mesmo é o meu objetivo! Mas, jamais esquecer que por trás dessa pessoa poderosa bate um coração cheio de sentimentos.  [heart]  [pinkheart]  [heart]

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Vivemos pelo aplauso

Quem é a sua plateia?

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Já parou para pensar quantas coisas você faz apenas esperando a reação das pessoas? Muitas vezes não nos damos conta do quanto a famosa frase “as aparências enganam” realmente faz sentido.
Nesse mundo louco onde o rostinho feliz, o corpo sarado e a ostentação nas redes sociais são INFLUENCIADORES de opinião somos obrigado a viver por aparência. E ela pode enganar a nós mesmos.

Você já viu alguém postar no Instagram a foto de algo comum do dia a dia e falar: “Meu dia foi um lixo. Tudo deu errado, eu fui demitido, meu relatório voltou para refação, eu não vendi o que precisava e perdi minha carteira.” Já viu? Não!
As pessoas tem um forte hábito de postar somente aquilo que é lindo. Até porque, se quisermos ver desgraça basta ligar a TV, não é mesmo? Pois bem, o exagero do “tudo lindo” faz com que muita gente viva uma vida de aparência, esperando o aplauso dos seguidores (que cá entre nós, muitas vezes são apenas números).

Você já espero o aplauso de uma plateia chamada VOCÊ MESMO? Não? Poxa, então tá esperando o que?

Você deveria ser a sua própria audiência! Fazer as coisas para a sua felicidade. Quer uma comparação? Vamos lá:

~Local de Trabalho~
Você posta uma selfie linda, maravilhosa, caprichada nos filtros do Insta. Tudo isso usando o crachá da empresa e de fundo o escritório todinho e a legenda é: Work hard.
Na foto você está perfeita. A foto é linda e carregada de likes!
– Na verdade você está odiando o seu trabalho. Não aguenta mais aquela rotina, mas para as redes sociais você tem o trabalho mais invejável do mundo.

~Local de Trabalho~
Você posta uma foto da sua mesa, mostrando a sua bagunça, a tela com umas planilhas e até aquele chocolatinho que sacaneou a sua dieta alí no cantinho.
A foto é uma coisa qualquer. Tem no máximo 20 likes!
– Na verdade você foi super elogia pelo seu chefe, está prestes a receber uma promoção e se sente plena com tudo que tem feito pela sua carreira.

Conseguiu entender a diferença?

Não é porque é bonito que é bem sucedido!

Eu sou o tipo de pessoa que mais busca entretenimento nas redes sociais, mas ico um pouco incomodada com tamanha perfeição. Chego até a pensar: “Nossa, fulana é tão feliz. Olha só essa foto! Será que o que eu faço é uma b*sta?” – Sério. Se eu penso assim, imagina quantas outras pessoas também não pensam?

Por isso digo: Seja sua própria plateia! Bata palma e vibre com suas vitórias. Aliás, elas são mérito seu! Não se preocupe se as pessoas estão sabendo disso ou não… Viva a sua vida!

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Minha primeira vez na SPFW

Desde que comecei com o blog e mergulhei de vez nesse mundo da moda e das tendências meu sonho foi poder ir a um São Paulo Fashion Week.

Quando tive conhecimento do processo de credenciamento para imprensa, preciso admitir, tentei quatro vezes seguida junto à assessoria de imprensa do evento, porém nunca rolou…

Sabe aquela velha história de nunca desistir? Pois é, parece meio bobo, mas para quem realmente ama o mundo da moda, estar em uma Fashion Week é algo extraordinário. Pois bem, esse ano eu tentei mais uma vez a credencial para imprensa… Adivinha? Não rolou! Mas como disse, sabe a história de não desistir dos sonhos? Então, quando eu já estava bem chateada e conformada que não iria rolar, eis que aparece um ser divino, um amigo, ou melhor, meu melhor amigo com convites para dois dias!

Sem palavras. Ansiedade define!

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Juro, entrar na Bienal e dar de cara com blogueiras, apresentadoras, jornalistas e atrizes que você admira é sem explicação.

Mais do que ver famosos, a São Paulo Fashion Week foi uma mergulho de cabeça no mundo da moda. Como já falei diversas vezes aqui no blog, eu não entendo de moda conceitual, aquela que aparece na passarela, mas AMO e entendo muito de moda comercial, ou seja, a boa e velha tendência que está nas vitrines da fast-fashions.

As pessoas que frequentam a SPFW vai desde o maior entendedor de moda, o estudante, o jornalista, o crítico e até meros mortais como eu. Pessoas de estilos diferentes, mas todas com o mesmo lema: SER LIVRE.
Ninguém que está ali vai ligar para a opinião da sociedade de que aquele look não está bom. Todos ali usam o look como uma expressão de personalidade, sem seguir tendência. Apenas que AMEI isso e fiquei com olhos brilhando!

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Eu sempre achei que deveria seguir o que os críticos ditam como tendência, mas depois de viver a São Paulo Fashion Week (sim, viver. Afinal, lá é uma experiência!) eu entendi que eu devo me vestir com aquilo que eu acho que transmite quem eu realmente sou. Por exemplo: Jamais que alguém iria a um evento com um tênis, não é mesmo? EU FUI! Por que eu fui? Porque eu AMO tênis, me sinto bem e acho os looks com tênis extremamente confortáveis e absurdamente lindos! Sou fã de COMFY e nunca neguei.

Todo mundo fala que quando estamos num circulo de pessoas que gostam das mesmas coisas que a gente, nós nos sentimos confortáveis. Foi exatamente isso que aconteceu! Todo mundo que estava naquele lugar falava os assuntos que eu mais amo conversar. Todo mundo na mesma sintonia. Que experiência! Que vivência!

Nunca vou me esquecer da primeira vez que fui ao São Paulo Fashion Week. Memorável!

Obrigado Fernando pelo convite.

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Eu sou sem vergonha!

Calma, não é bem isso que você está pensando hahaha!

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Depois do último final de semana, posso afirmar que sou completamente sem vergonha. Sabe por quê?

Porque está foi a primeira vez que eu usei biquíni na frente de diversas pessoas sem me sentir constrangida. Desde sempre eu fui envergonhada de ficar de biquíni entre colegas e familiares. Sempre escondia meu corpo vestindo shorts e camiseta para que ninguém reparasse no meu tamanho. Isso é pessoal!

Eu acho muito maravilhoso quando a pessoa, não importa seu peso, se sente confortável para usar biquíni em público. Eu nunca consegui trabalhar essa auto-estima e fiquei sofrendo por anos.

Pois bem, esse domingo foi tudo diferente… Eu estava na praia com meu namorado, primos e amigos para comemorar a despedida de solteira pra minha prima (que aliás, quem me segue nas outras redes sociais viu tudo hehe! Sou @BrunaMuffin em tudo!). Essa era a primeira vez que eu iria ficar de biquíni na frente de outras pessoas depois que eu operei o estômago.

Amiga, eu tirei uma força de dentro de mim, uma auto-estima que jamais tive e saí até em fotos de biquíni.

Sabe, eu não estou com a barriga chapada (e nem quero ser a neurótica do corpo. Jamais!), ainda preciso perder alguns kilos, porém me senti tão bem comigo mesmo e a minha barriguinha saliente, bundinha caída, pernas flácidas e peito pequeno que eu estava até rindo sozinha.

Eu senti na areia, a barriga dobrou e eu não fiquei NEM AÍ!

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Eu estava tão confiante de mim que essa confiança pareceu formar um escudo em volta do meu corpo que, toda a sensação de olhares julgadores que eu senti pro anos, nem chegou perto!

Agora eu entendo o verdadeiro significado de auto-estima. Eu tô bem comigo mesma! Eu tô sem vergonha de mim!

Se amar é a melhor sensação do mundo. Ficar à vontade em qualquer lugar, se sentir bonita e bem humorada… FELIZ!

Mais amor a você mesma.

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Permita-se seguir em frente.

Jamais olhe para trás, afinal não é para lá que você quer voltar. Certo?

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Permita-se viver o novo e superar tudo aquilo que te magoou. Jamais fique presa no passado.

Quem se apega naquilo que já aconteceu e não tem mais volta não se deixa ir além, não se permite dar um passo à frente e muito menos dá oportunidade a novas chances e acontecimentos.

Se permitir é ter coragem para viver qualquer coisa.

Nada pior do que viver presa em algo que não te fez bem e isso te impedir de viver melhor. Remoer sentimento e ficar batendo na mesma tecla sentimental é doloroso e pior, te deixa doente. Não doente fisicamente, mas doente emocionalmente. Você pára de querer se relacionar e veste uma armadura de “coração-gelado” ft. durona só para não querer se ver naquela situação passada mais um uma vez.

Então é aqui que entra a fase da “permissão” onde você se permite ser feliz, se permite viver e dar a oportunidade de novas coisas acontecerem.

Tudo isso dito acima vale não só para o amor mas para o acontecimentos profissionais da nossa vida. Tudo que fazemos e não da certo não deve ser remoído ou arrependido… Deve servir como lição para que as próximas atitudes sejam certeiras e felizes.

permita-se-ir-em-frente

“Superar é preciso. Seguir em frente é essencial. Olhar para trás é perca de tempo. Passado se fosse bom era presente.” – Jô Soares.

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